sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Dicas de filmes sobre a Ditadura Militar no Brasil

Caros amigos,

Abaixo, alguns links de filmes sobre a Ditadura Militar no Brasil.


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O Que É Isso, Companheiro?

O jornalista Fernando (Pedro Cardoso) e seu amigo César (Selton Mello) abraçam a luta armada contra a ditadura militar no final da década de 60. Os dois alistam num grupo guerrilheiro de esquerda. Em uma das ações do grupo militante, César é ferido e capturado pelos militares. Fernando então planeja o sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick (Alan Arkin), para negociar a liberdade de César e de outros companheiros presos.


https://www.youtube.com/watch?v=9_ODe6ar7ag

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Zuzu Angel

Brasil, anos 60. A ditadura militar faz o país mergulhar em um dos momentos mais negros de sua história. Alheia a tudo isto, Zuzu Angel (Patrícia Pillar), uma estilista de modas, fica cada vez mais famosa no Brasil e no exterior. Paralelamente seu filho, Stuart (Daniel de Oliveira), ingressa na luta armada, que combatia as arbitrariedades dos militares. Resumindo: as diferenças ideológicas entre mãe e filho eram profundas. Numa noite Zuzu recebe uma ligação, dizendo Stuart tinha sido preso pelos militares. As forças armadas negam. Pouco tempo depois ela recebe uma carta dizendo que Stuart foi torturado até a morte na aeronáutica. Então ela inicia uma batalha aparentemente simples: localizar o corpo do filho e enterrá-lo. Mas Zuzu vai se tornando uma figura cada vez mais incômoda para a ditadura.

https://www.youtube.com/watch?v=duCoCVG2tt8

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O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias

1970. Mauro (Michel Joelsas) é um garoto mineiro de 12 anos, que adora futebol e jogo de botão. Um dia, sua vida muda completamente, já que seus pais saem de férias de forma inesperada e sem motivo aparente para ele. Na verdade, os pais de Mauro foram obrigados a fugir da perseguição política, tendo que deixá-lo com o avô paterno (Paulo Autran). Porém o avô enfrenta problemas, o que faz com que Mauro tena quhe ficar com Shlomo (Germano Haiut), um velho judeu solitário que é vizinho do avô de Mauro. 


https://www.youtube.com/watch?v=S7csvGiocLc


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Batismo de sangue
São Paulo, fim dos anos 60. O convento dos frades dominicanos torna-se uma trincheira de resistência à ditadura militar que governa o Brasil. Movidos por ideais cristãos, os freis Tito (Caio Blat), Betto (Daniel de Oliveira), Oswaldo (Ângelo Antônio), Fernando (Léo Quintão) e Ivo (Odilon Esteves) passam a apoiar o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, comandado por Carlos Marighella (Marku Ribas). Eles logo passam a ser vigiados pela polícia e posteriormente são presos, passando por terríveis torturas.

https://www.youtube.com/watch?v=egBPJc5fuLo


terça-feira, 3 de novembro de 2015

terça-feira, 20 de outubro de 2015

9º Ano - Raiz

Revisão para a prova


Modelos de desenvolvimento república populista (1946-1964)


Nacionalismo

O Nacionalismo era defendido pelos antigos partidos getulistas: o PTB e o PSD . 

Os Nacionalistas tinham divergências com os liberais. De acordo com seus princípios, a abertura total ao capital estrangeiro traria consequências penosas ao país, principalmente pela fuga de capitais decorrente dos lucros obtidos pelas empresas estrangeiras, pelo aumento da dívida externa, o que concorreria para uma dependência externa do Brasil cada vez maior. Abertura apenas para empresas que geram riquezas e restrição para as que exploram riquezas.
 Por isso, os nacionalistas defendiam um desenvolvimento com prioridade pelo capital nacional. Para isso o Estado deveria ter um papel de ampla participação na economia.



Dá-se o nome de desenvolvimentismo a qualquer tipo de política econômica baseada na meta de crescimento da produção industrial e da infra-estrutura, com participação ativa do estado, como base da economia e o conseqüente aumento do consumo.

O governo federal ampliava sua disposição para dirigir a economia por duas vias: investimentos públicos em setores considerados estratégicos, tais como a produção de aço ou ainda, através de uma política fiscal e de controle do câmbio e das importações buscando com isso estimular a produção interna.


Liberalismo (entreguismo)
Modernamente o entreguismo consiste na desnacionalização sistemática da indústria, especialmente de setores considerados por determinados segmentos ideológicos e políticos como setores-chave da indústria de produção, mediante a transferência de seu controle para capitais estrangeiros. A posterior remessa de lucros decorrente dessa entrega se constitui numa das parcelas da expatriação do excedente econômico de um país, e a delegação do controle administrativo dos setores estratégicos da economia de um país a empresas multinacionais impede o surgimento de forças internas que eliminem os entraves ao seu desenvolvimento, e que alterem a reprodução do status quo.
O termo entreguismo tem suas origens relacionadas às disputas políticas pelo petróleo no Brasil, na década de 1950. 


Reformas de base
Conceito:
Sob essa ampla denominação de "reformas de base" estava reunido um conjunto de iniciativas: as reformas bancária, fiscal, urbana, administrativa, agrária e universitária.
Estender o direito de voto aos analfabetos e às patentes subalternas das forças armadas
Uma intervenção mais ampla do Estado na vida econômica e um maior controle dos investimentos estrangeiros no país, mediante a regulamentação das remessas de lucros para o exterior.
Favoráveis:
O governo tinha apoio dos sindicatos, da Confederação dos Trabalhadores (CGT), da UNE, do PTB, dos socialistas e comunistas (PCB), JUC e Ligas Camponesas.

Contrários:
Empresários, fazendeiros, militares e setores da classe média, UDN e do PSD.

Marcha da Família com Deus pela Liberdade foi o nome comum de uma série de manifestações públicas ocorridas entre 19 de março e 8 de junho de 1964  no Brasil em resposta à suposta ameaça comunista representada pelo discurso em comício realizado pelo então presidente João Goulart em 13 de março daquele mesmo ano.

Opressão e resistência
Já no começo do Regime Militar (1964-1985), o governo federal se utilizou das mais diversas estratégias de coerção e controle da opinião pública. Os Atos Institucionais e a censura prévia à imprensa foram apenas dois desses mecanismos, amplamente utilizados ao longo de boa parte do período ditatorial no combate aos setores de oposição.

As mobilizações contra o Regime Militar não se limitaram ao espaço das passeatas, greves e das organizações paramilitares(grupos armados). Os jornais, por exemplo, foram amplamente utilizados como veículo de denúncia dos autoritarismos governamentais. A despeito da censura oficial, publicações como o Pasquim se valeram das “letras” para atacar, quase sempre metaforicamente, tais desmandos. No teatro, muitas apresentações continham um forte teor revolucionário.
O CPC (Centro Popular de Cultura), ligado à UNE (União Nacional dos Estudantes), partilhava das idéias de Bertolt Brecht, que entendia o teatro como uma “importante arma de combate político”.

Em relação ao cinema, boa parte das produções era realizada pelos artistas do Cinema Novo. O movimento, que sempre teve nas reflexões sobre a identidade nacional brasileira uma preocupação basilar, possuía agora no engajamento político e na luta pela democracia suas mais importantes inquietações. Concomitantemente, o Cinema Marginal, forjado ainda na década de 60, assumiu a vanguarda cinematográfica no país, possuindo papel fundamental na conscientização política acerca da dura realidade brasileira.

MÚSICA DE PROTESTO


Os anos 60 e 70 vivenciaram o esplendor da produção musical no Brasil. Compositores e cantores como Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil elevaram o cenário da música nacional a níveis de criatividade raramente experimentados. Boa parte dessa produção foi motivada pela combativa resistência à repressão militar, que então cerceava, através dos meios mais perversos, as liberdades artísticas.
O Tropicalismo foi certamente um dos movimentos mais representativos desse período. Engajados no duplo propósito de se posicionar criticamente à Ditadura e de pensar a formação de uma identidade nacional, os tropicalistas se sobressaíram ao defenderem a importância do intercâmbio com as demais culturas do mundo. Deste modo, se por um lado se posicionavam criticamente ao “imperialismo econômico norte-americano”, por outro se utilizavam da “estrangeira” guitarra elétrica e de outros influências do Rock’n Roll.
Nesse cenário, os festivais de música se mostravam com um espaço formidável de expressão artística e política. Neles, tanto os compositores, quanto a população encontravam uma espécie de “válvula de escape”, nos quais a censura governamental parecia ser, mesmo que momentaneamente, um tanto menos furiosa. Os grandes festivais eram transmitidos por grandes emissoras de televisão da época, como a TV Excelsior, Record e Globo.




sexta-feira, 25 de setembro de 2015

COLÉGIO RAIZ

GABARITO VG - TERCEIRO BIMESTRE

8º ANO
1-D
2-C
3-C
4-D
5-A
6-B
7 -D
8-A
9-C
10-C
11-A
12-B
13-B
14-D
15-C

9º ANO
1-E
2-B
3-C
4-D
5-C
6-D
7-A
8-A
9-C
10-D
11-B
12-A
13-B
14-B
15-A


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

roteiro de estudo

Caros amigos,

Infelizmente não posso estar com vocês, pois estou recuperando de uma pequena cirurgia no dedo mínimo devido a um acidente de moto.
 
Eis o roteiro de estudo para a VG e a recuperação do 3º bimestre.
8º Ano:
CAPÍTULO 11 – Crise do sistema colonial.
Analisar as reformas do período pombalino.
Os tratados de limites e as guerras guaraníticas – pág. 192
A Conjuração Mineira
A Conjuração Baiana...

CAPÍTULO 12 – Brasil: a sede do governo português e a Independência.

O bloqueio continental.
A Abertura dos portos às Nações amigas.
Os tratados de 1810 com a Inglaterra.
As transformações promovidas pela vinda da Família Real ao Brasil.
A Revolução Pernambucana.


CAPÍTULO 13 – Sociedade e cultura no Brasil:
As missões artísticas.
O negro na sociedade brasileira.

CAPÍTULO 14 – A independência do Brasil

A Revolução do Porto 1820.
Os três partidos
O dia do fico e o “cumpra-se”
O reconhecimento da independência.
A constituição de 1824
A confederação do Equador
Guerra da Cisplatina.


9º Ano

CAPÍTULO 12 – O Brasil na Era Vargas:
A Revolução de 1930;
A Revolução Constitucionalista de 1932;
A constituição de 1934;
A oposição a Vargas: a ANL e os integralistas;
A intentona Comunista;
O Plano Cohen e o golpe do Estado Novo;
Estado Novo (características);
Populismo varguista;


CAPÍTULO 14 O período populista 1946-1964.

Os partidos brasileiros na década de 1950.
Dutra e a Guerra Fria.
Características da Constituição de 1946.
Nacionalistas X entreguistas.
A campanha o petróleo é nosso.
O segundo governo Vargas (1950-1954)
O Desenvolvimentismo de JK.
Brasília.
As reformas de base e o Golpe de 1964. – pág. 192


Bons estudos!


sábado, 25 de abril de 2015

Os fascismos.

Caros amigos,

Eis um vídeo gravado no 9º Ano do Colégio Raiz com os alunos cantando a paródia sobre os Fascismo.