sábado, 3 de março de 2018

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL 1914-1918


A Primeira Guerra Mundial é essencialmente um conflito imperialista e nacionalista.”
Imperialismo: Política de expansão e domínio territorial e/ou econômico de uma nação sobre outras.
Nacionalismo: Ideologia que representa o Estado nacional como forma ideal de organização política e defende os interesses da nação; quando o nacionalismo é exacerbado significa que a nação passa a rivalizar com outras, podendo até entrar em conflito.


Causas da Primeira Guerra Mundial:
*  Partilha da África e Ásia.
Concorrência econômica entre as potências europeias
*  Nacionalismos (pan-germanismo e pan-eslavismo) e rivalidades (revanchismo francês contra a Alemanha; rivalidade anglo-germânica).
* Corrida armamentista.
* Formação de alianças político-militares
-  Tríplice Aliança: Alemanha; Império Austro-húngaro; e Itália
-      Tríplice Entente: Inglaterra, Rússia e França.

CRISES INTERNACIONAIS:
CRISE NO MARROCOS: França X Alemanha;
*  PRIMEIRA GUERRA BALCÂNICA (1913): Sérvia; Montenegro, Grécia e Bulgária X Império Turco;
*  SEGUNDA GUERRA BALCÂNICA (1913):Bulgária X Sérvia.


Causa imediata (gota d’água): assassinato do herdeiro do trono austríaco (Arquiduque Francisco Ferdinando), em Sarajevo (Bósnia), em 1914, ativa as alianças militares.




          Guerra de Movimento (1914 – Plano Schieffen): lançar o grosso das tropas contra a França, passando pela Bélgica e voltando-se contra os russos, somente após a rendição francesa. Na Batalha do Marne o General Joffre conteve os alemães.
          Guerra de posições ou trincheiras (1914 – 1918):  imobilidade das tropas que morriam de frio, tifo e infecção, nas trincheiras.
          Ofensivas de 1918 -  novos rumos do combate:
        uso de tanques;
        aumento da eficiência dos aviões de caça, bombardeio e observação;
        entrada dos EUA na guerra (desde 1917).



O DESENROLAR DA GUERRA:
1915 – A Itália entra na guerra ao lado da Tríplice Entente;
1917 - Entrada dos EUA na guerra.
1918 - Os russos, após a Revolução Socialista, assinam o tratado de Brest-Litóvisk se retirando da guerra.
1918 – A Alemanha assina o armistício.


OS TRATADOS DE PAZ:
Os 14 pontos de Woodrow Wilson.    "Paz sem vencedores"
 1919 - O Tratado de Versalhes.


 CLÁUSULAS DO TRATADO DE VERSALHES:
CLÁUSULAS TERRITORIAIS 
Alsácia-Lorena foi devolvida à França.
 Polônia independente;
Colônias alemãs da África foram incorporadas pela Inglaterra, França e Bélgica;
Colônias alemãs no Pacífico foram incorporadas pelo Japão e Inglaterra.

CLÁSULAS MILITARES
Alemanha seria desarmada e o exército reduzido a 100 mil homens, não teria marinha de guerra, artilharia pesada, tanques ou aviões.

CLÁUSULAS FINANCEIRAS – Alemanha devia pagar reparações dos bens nacionais e privados dos países atacados. Deveria pagar pensões aos mutilados, viúvas e órfãos.

Consequências da Guerra:

10 milhões de mortos / cidades destruídas / Campos arrasados;
Supremacia dos EUA;
Novo mapa político da Europa
 A Revolução Russa;
 Surgimento de Regimes Nazifascistas.

A Europa antes da guerra.




A Europa depois da guerra.


Primeira Guerra Mundial: A Grande Guerra

fonte: http://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/primeira-guerra-mundial.htm

Por Me. Cláudio Fernandes
Primeira Guerra Mundial, que durou de 1914 a 1918, foi considerada por muitos de seus contemporâneos como a mais terrível das guerras. Por este motivo, tornou-se conhecida durante muito tempo como “A Grande Guerra”. Para se compreender os motivos de ter sido uma guerra tão longa e de proporções catastróficas é necessário relembrar alguns aspectos do cenário político e econômico mundial das últimas décadas do século XIX.
Na segunda metade do século XIX, a junção entre capitalismo financeiro e capitalismo industrial proporcionou a integração econômica mundial, favorecendo assim, principalmente, as nações que haviam começado seu processo de industrialização. Essas mesmas nações expandiram significativamente seu território em direção a outros continentes, sobretudo ao Asiático, ao Africano e à Oceania. A Inglaterra, por exemplo, integrou grandes países ao seu Império, como a Índia e a Austrália. Todo esse processo é conceitualmente tratado pelos historiadores como Imperialismo e NeocolonialismoNesse cenário se desencadearam os principais problemas que culminaram no conflito mundial.
No início da década de 1870, a Alemanha promovia sua unificação com a Prússia e, ao mesmo tempo, enfrentava a França naquela que ficou conhecida como Guerra Franco-Prussiana. Ao vencer a França, a Alemanha possou a ter posse sobre uma região rica em minério de ferro, que foi importantíssima para o desenvolvimento de sua indústria, incluindo a indústria bélica. Tratava-se da região de Alsácia e Lorena. A França, na década posterior à guerra contra a Alemanha, desenvolveu um forte sentimento de revanche, o que provocava uma enorme tensão na fronteira entre os dois países. A tensão se agravou quando Otto Von Bismarck, o líder da unificação alemã, estabeleceu uma aliança com a Áustria-Hungria e com a Itália, que ficou conhecida como Tríplice Aliança. Essa aliança estabelecia tanto acordos comerciais e financeiros quanto acordos militares.
A França, que se via progressivamente ameaçada pela influência que era estabelecida pela Alemanha, passou a firmar acordos, do mesmo gênero da Tríplice Aliança, com o Império Russo, czarista, em 1894. A Inglaterra, que era um dos maiores impérios da época e também se resguardava do avanço alemão e temia sofrer perdas de território e bloqueios econômicos, acabou se aliando à França e à Rússia, formando assim a Tríplice Entente.
A tensão entre as duas alianças se tornou crescente, especificamente em algumas regiões, como a península balcânica. Na região dos Balcãs, dois grandes impérios lutavam para impor um domínio de matiz nacionalista: o Austro-Húngaro e o Russo. A Rússia procurava expandir sua ideologia nacionalista eslava (conhecida como Pan-eslavismo) e apoiava a criação, nos Balcãs, do estado da Grande Sérvia, enquanto que a Áustria-Hungria se aproveitava da fragilidade do Império Turco-Otomano (que dominou esta região durante muito tempo) e procurava, com a ajuda da Alemanha, estabelecer um controle na mesma região, valendo-se também de uma ideologia nacionalista (conhecida como Pangermanismo). No ano de 1908, a região da Bósnia-Herzegovina foi anexada pela Áustria-Hungria, o que dificultou a criação da “Grande Sérvia”. Além disso, a Alemanha tinha interesses comerciais no Oriente Médio, em especial no Golfo Pérsico, e pretendia construir uma ferrovia de Berlim a Bagdá, passando pela península balcânica.
O estopim para o conflito entre as duas grandes forças que se concentravam na região dos Balçãs veio com o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria-Hungria, por um militante da organização terrorista Mão Negra, de viés nacionalista eslavo. O assassinato do arquiduque ocorreu em 28 de janeiro de 1914, em Sarajevo, capital da Bósnia. Francisco Ferdinando tinha ido a Sarajevo com a proposta da criação de uma monarquia tríplice para região, que seria governada por austríacos, húngaros e eslavos. Sua morte acirrou os ânimos nacionalistas e conduziu as alianças das principais potências europeias à guerra.
O assassinato de Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria-Hungria, na cidade de Sarajevo, foi considerado o estopim da Primeira Guerra.2
O assassinato de Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria-Hungria, na cidade de Sarajevo, foi considerado o estopim da Primeira Guerra2
A Áustria percebeu neste fatídico acontecimento a oportunidade de atacar a Sérvia e demolir o projeto eslavo de construção de um forte estado. Sendo assim, Áustria-Hungria e Alemanha deram um ultimato à Sérvia para solucionar o caso do assassinato de Francisco Ferdinando. A Servia negou-se a ceder à pressão dos germânicos e, com o apoio da Rússia, sua aliada, preparou-se para o que veio a seguir: a declaração de guerra por parte da Áustria-Hungria, que foi formalizada em 28 de julho de 1914. Logo a França ofereceu apoio à Rússia contra a Áustria-Hungria, o que fez a Alemanha declarar guerra contra a Rússia e a França. O conflito logo se expandiu para outras regiões do globo.
A guerra se intensificou quando o exército alemão, que era o mais moderno da época, rumou em direção à França, passando pelo território belga, que era neutro. Isso fez com que a Inglaterra, aliada da Rússia, declarasse guerra à Alemanha. A partir desse momento, a guerra ganhou proporções cada vez mais catastróficas. As principais formas de tática militar eram a guerra de trincheiras, ou guerra de posição, que tinha por objetivo a proteção de territórios conquistados; e a guerra de movimento, ou de avanço de posições, que era mais ofensiva e contava com armamentos pesados e infantaria equipada.
Ao longo da guerra, o uso de novas armas, aperfeiçoadas pela indústria, aliado a novas invenções como o avião e os tanques, deu aos combates uma característica de impotência por parte dos soldados. Milhares de homens morreram instantaneamente em bombardeios ou envoltos em imensas nuvens de gás tóxico. Essa característica produziu um alto impacto na imaginação das gerações seguintes à guerra. Escritores como Erich Maria Remarque, Ernst Jünger e J. J. R. Tolkien, que combateram na Primeira Guerra, extraíram dela muitos elementos para composição de suas histórias.
O ano de 1917 foi decisivo no contexto da “Grande Guerra”. Nesse ano, a Rússia se retirou do fronte de batalha, haja vista que seu exército estava obsoleto e sua economia arruinada. Foi neste ano também que os revolucionários bolcheviques fizeram sua revolução comunista na Rússia, fato crucial para a efervescência política europeia das décadas seguintes. Foi ainda em 1917 que os Estados Unidos entraram na guerra ao lado da Inglaterra e da França e contra a Alemanha, que já não mais tinha a mesma força do início da guerra. Sendo que, após o fim da Primeira Guerra em 1918, os Estados Unidos tornaram-se a grande potência fora do continente europeu.
A “Grande Guerra” chegou ao fim em 1918, com vitória dos aliados da França e grande derrota da Alemanha. O ponto mais importante a se destacar quanto ao fim da guerra são as determinações do Tratado de Versalhes. Nessas determinações, os países vencedores não aceitaram a orientação da Liga das Nações de não submeter a Alemanha derrotada à indenização pelos danos da guerra. Sendo assim, a Alemanha foi obrigada a ceder territórios e a reorganizar sua economia tendo em conta o futuro ressarcimento aos países vencedores da Primeira Guerra, sobretudo a França.
O saldo de mortos durante os cinco anos da Primeira Guerra foi de um total de 8 milhões, dentre estes, 1.800.000 apenas de alemães. Esse tipo de mortandade acelerada e terrivelmente impactante tornou a se repetir a partir de 1939, com a Segunda Guerra Mundial.
A Primeira Guerra deixou um enorme número de soldados mortos para todas as nações envolvidas, além da vasta destruição nas cidades europeias
A Primeira Guerra deixou um enorme número de soldados mortos para todas as nações envolvidas, além da vasta destruição nas cidades europeias
O imaginário da Primeira Guerra povoa os territórios de várias artes. No cinema, por exemplo, temos inúmeros filmes que a tematizam. Dois deles merecem destaque: “Corações do Mundo” (1918), de Griffith, produzido ainda “sob o calor da guerra” e “Glória Feita de Sangue” (1957), de Stanley Kubrick.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

O IMPERIALISMO

Revisão para a prova do 2º Ano do Ensino Médio da E. E. Dr. Celso Machado.




Por que você estuda o “Imperialismo”?
Para entender a definição do quadro geopolítico do mundo nos séculos XX e XXI, a miséria na África, a origem das guerras no Oriente Médio e as duas guerras mundiais;

Introdução:
A Primeira Revolução Industrial:
Revolução: conjunto de transformações econômicas, sociais e tecnológicas alterando as relações entre as sociedades humanas.
Substituição da ferramenta pela máquina, da manufatura pela fábrica e da energia física pela mecânica na produção capitalista.
  • Inglaterra;
  • Carvão e do ferro;
  • Liberalismo;

A Segunda Revolução Industrial:
Progresso industrial:
  • Fabricação do aço;
  • Invenção do dínamo (energia elétrica); motor elétrico, lâmpada (Thomas Edison);
  • Beneficiamento do petróleo (Diesel e gasolina);Henry Ford e Karl Bens
  • Telégrafo e telefone;
Consequências no mundo:
  • Fomentou o capitalismo;
  • Aumento da concorrência
Trustes: forma-se quando grandes empresas absorvem o eliminam suas concorrentes;
Holding: uma companhia assume o controle acionário de inúmeras outras através da compra de ações;
Cartéis: acordos entre empresas para eliminar a concorrência;
  • União entre o capital industrial e o financeiro;

O IMPERIALISMO (neocolonialismo):
  • Fase do capitalismo onde as potencias industriais entraram em disputa por colônias na Ásia, África, América Latina e Oceania.

Fatores do Imperialismo:
  • A busca por matérias primas;
  • A busca por mercados consumidores;
  • Descoberta de que as terras africanas eram ricas em ouro e diamantes;
  • Apoio governamental: questão demográfica, política internacional e nacionalista;
  • Missão civilizadora;
A África:
Séculos XVI a XIX: Agricultura > Milho e mandioca > aumento demográfico > guerras tribais > formação de reinos.
1880 a 1900: de 10% os europeus passam a ocupar 90% do território africano.

A conferência de Berlim 28/02/1885:
  • Definição da partilha da África: definiu que uma nação europeia só teria direito a um território africano se comunicasse sua ocupação às demais nações e enviasse uma autoridade capaz de fazer respeitar o direito adquirido.
  • Definiu a livre navegação e comércio nas bacias dos rios Congo e Níger;
  • A formação de fronteiras artificiais contribuiu para a eclosão de guerras que perduram até os dias atuais;






Argélia_ Franceses proibiram a alfabetização primária.
Congo_ Bélgica: domínio particular do rei Leopoldo II até 1930 passando a pertencer ao governo Belga.
China_ Inglaterra:
  • Venda do ópio;
  • Lin Zexu escreveu à rainha implorando a proibição do comércio de ópio, a Rainha nada respondeu.
  • Chineses confiscaram e lançaram ao mar 1400 toneladas de ópio.
  • Guerra do Ópio ( 1839- 1942)


Tratado de Nanquim:
  • Abertura de 5 portos de livre comércio;
  • Indenização de 21 milhões pela perda do ópio jogado ao mar;
  • Controle da Hong Kong pelos ingleses;
  • Direito de jurisprudência própria aos britânicos;
Japão:
  • Americanos pressionaram a abertura de dois portos;
  • Inglaterra, Rússia e Holanda também conseguiram;
  • O impasse entre os grupos modernizadores (incorporar tecnologias europeias)  e o conservadores levou a uma guerra civil que culminou com a vitória do grupo modernizador, dando inicio a Era Meiji.

Paz e bem!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

A rota do Escravo

No filme "A Rota do Escravo - A Alma da Resistência", a história do comércio de seres humanos é contada através das vozes de escravos, mas também dos mestres e comerciantes de escravos. Cada um conta sua experiência: da deportação de homens e mulheres para as plantações até o cotidiano do trabalho e os movimentos de abolição. Produzido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), traduzido e dublado pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).
Fonte: Youtube

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

O TRÁFICO DE ESCRAVO

Caros amigos,

Vejam este vídeo sobre o tráfico negreiro.O filme original é muito bom, seu título é "Amistad".



quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

DICAS PARA MELHORAR NOS ESTUDOS:


 DICAS PARA MELHORAR NOS ESTUDOS:
1.      Seja organizado.
2.      Participe da aula, preste atenção, tome nota e não tenha vergonha de fazer perguntas.
3.      Separe um horário para estudos. Estude no horário em que está mais atento e disposto. Não deixe para as horas em que tem sono ou está cansado.
4.      Reserve um tempo para diversão e lazer.
5.      Estude num lugar calmo e sem barulho.
6.      Procure realizar todas as atividades propostas.
7.      Procure esclarecer suas dúvidas com o professor durante as aulas ou em dias de reforço.
8.      Descubra qual técnica de estudo funciona para você: falar em voz alta, fazer resumos, montar esquemas, exercícios, dramatização ou estudar em grupo.
9.      Use e abuse do dicionário.
10.  Tenha o hábito de refazer os exercícios que errou nas provas e entenda por que errou.
11.  Prepare-se com antecedência. (Use uma agenda.)
12.  Mantenha os cadernos organizados e utilize-os para dar suporte aos seus estudos.
13.  Não espere o sucesso absoluto e imediato (calma).
14.  Não desanime.
15.  Cuidado com a postura.
16.  Aproveite bem os momentos de lazer e procure ter uma vida agradável no colégio.
17.  Prepare na véspera a mochila da escola.
18.  Reconheça seus pontos fortes e fracos, as áreas em que tem mais habilidade.

Planejamento anual de História 2018

Caros amigos do Colégio Raiz,

Para facilitar o acompanhamento de vocês sobre o nosso cronograma de estudos estabelecidos para o ano letivo, resolvi disponibilizar um modelo resumido do planejamento anual de História. Assim, vocês poderão verificar se estamos caminhando dentro dos prazos estabelecidos, reforçando o compromisso com a aprendizagem e o cumprimento de todo oconteúdo curricular.


Paz e bem!



Planejamento anual resumido – 8º ano – Colégio Raiz

Tópicos
Previsão de término.

Africanos no Brasil: dominação e resistência.
(Capítulo 1)
15/02/2018
1º Bimestre
A marcha da colonização na América portuguesa.
(Capítulo 2)
08/03/2018
A economia e a sociedade mineira colonial: dinamismo econômico e diversidade populacional. (Capítulo 3)
29/03/2018
As Revoluções na Inglaterra
(Capítulo 4 )
19/04/2018
O Iluminismo e a formação dos Estados Unidos
(Capítulo 5)
17/05/2018
2º Bimestre
Revolução Francesa
(Capítulo 6 )
07/06/2018
A Era Napoleônica
(Capítulo 7)
28/06/2018
Independências: Haiti e América espanhola.
(Capítulo 9)
12/07/2018
A emancipação política do Brasil.
(Capítulo 9)
16/08/2018
3º Bimestre
O reinado de D. Pedro I: uma cidadania limitada.
(Capítulo 10)
06/09/2018
O Período Regencial no Brasil
(Capítulo 11)
27/09/2018
O reinado de D. Pedro II: modernização e imigração. (Capítulo 12)
18/10/2018
4º Bimestre
Abolição e república
(Capítulo 13)
15/11/2018
Os Estados Unidos transformam-se em potência.
(Capítulo 14)
06/12/2018



Planejamento anual resumido – 9º ano – Colégio Raiz

Tópicos
Previsão de término.

O Imperialismo e o neocolonialismo do Século XIX: o processo de expansão territorial das potências industriais do século XIX.
(Capítulo 1)
15/02/2018
1º Bimestre
Crise do capitalismo: A Primeira Guerra Mundial.
(Capítulo 2)
08/03/2018
A Revolução Russa: Uma alternativa a ordem capitalista.
(Capítulo 3)
22/03/2018
A grande depressão, o fascismo e o nazismo.
(Capítulo 6)
05/04/2018
A Segunda Guerra Mundial.
(Capítulo 7)
26/04/2018
Novo contexto internacional: fim da Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria.
(Capítulo 9)
24/05/2018
2º Bimestre
Primeira República: Dominação
(Capítulo 4)
07/06/2018
Primeira República: resistência
(Capítulo 5)
28/06/2018
A Era Vargas: autoritarismo, estado e nação.
(Capítulo 8)
16/08/2018
3º Bimestre
Brasil de 1945 a 1964: Avanços do capital estrangeiro e crise do populismo.
(Capítulo 12)
30/08/2018
Regime militar: Repressão, resistência política e produção cultural no Brasil.
(Capítulo 13)
13/09/2018
O Brasil na Nova Ordem Mundial: Democracia e cidadania no Brasil atual.
(Capítulo 16)
04/10/2018
Independências: Ásia e da África.
(Capítulo 10)
18/10/2018
4º Bimestre
Socialismo Real: China, Vietnã e Cuba
(Capítulo 11)
01/10/2018
O fim da URSS e a democratização do Leste Europeu
(Capítulo 14)
15/11/2018
A nova ordem mundial
(Capítulo 15)
06/12/2018