sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

ATIVIDADE - VIDA MARIA

Caros alunos,
Para realizar a primeira atividade deste ano letivo assista ao filme “Vida Maria” e responda as questões abaixo:



1)      Onde se passa a história de “Vida Maria”? Que elementos do vídeo te ajudaram a descobrir isso?
2)      No início do curta, a mãe diz: “Em vez de ficar perdendo tempo desenhando o nome, vá lá pra fora...”. Por que, para a mãe, desenhar o nome é perda de tempo?
3)      Qual a mensagem que pretendeu passar o produtor, com o passar das folhas do caderno ao final do curta? Porque o foco no final do vídeo vai para o caderno?
4)      Porque o curta tem o título: “Vida Maria”? Que outro título poderia ser dado a ele?

5)      Faça uma comparação entre a oportunidade que você está tendo de estudar e a oportunidade apresentada para as Marias do Vídeo.

Paz e Bem!

Geandre.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

INTRODUÇÃO À EXPANSÃO MARÍTIMA E COMERCIAL EUROPEIA





Introdução


As grandes navegações fazem parte do processo de expansão, iniciado com as Cruzadas e o renascimento comercial. Esta expansão se consolidou com a formação de impérios colônias na América, recém- descoberta pelos navegantes provenientes da Europa. Estes novos domínios europeus representavam, em outros continentes, um  fator fundamental na chamada revolução comercial, cuja característica  mais importante foi o surgimento de uma intensa rede de comércio mundial ligando, pela primeira vez na história da humanidade, os portos principais dos quatro continentes do globo.

 

Definição

          Processo de expansão ultramarina europeia realizada nos séculos XV e XVI em busca de novas rotas comerciais.

Fatores

- A crise do feudalismo.

- A retração do comércio.

- O monopólio do comércio das especiarias pelos Árabes e  as cidades italianas de Gênova e Veneza.

- A necessidade de novos mercados.

- A falta de metais preciosos.

- O fortalecimento do poder real

-  Progresso técnico e científico e as inovações de técnicas e  marítimas.

- Propagação da fé cristã como ideal europeu.


IMPORTANTE:

- A expansão marítima abriria novos mercados e novas rotas para o tradicional comércio com o Oriente.

 - A ampliação econômica atenderia  os interesses da classe mercantil e ampliaria as rendas do Estado.


Fatores do pioneirismo português:

- A precoce centralização política

- Posição geográfica privilegiada.

- A  Revolução de Avis 1383-1385:  A aliança do rei com a burguesia.

- Posição geográfica privilegiada.

-          Progresso Náutico




A Expansão Marítima Portuguesa

1415 - Conquista de Ceuta, no norte da África

1418-32Ocupação da Ilha das Ilhas de Ações, com a introdução  

                  capitanias hereditárias.            

1434 -  Gil Eanes dobra o cabo Bojador.

1460 -  Descoberta das Ilhas de Cabo Verde.

1488 -  Bartolomeu Dias dobra  o Cabo das Tormentas.

                                                (Cabo da Boa Esperança)

1498: Vasco da Gama atinge Calicute, na costa da Índia.

          - Viagem de Duarte Pecheco Pereira no litoral da América                  

             Sul.

1500Pedro Álvares Cabral oficializa a posse sobre o Brasil.



Fatores do Atraso Espanhol:

          O atraso na centralização política: formação dos  Estados Nacionais.

           A luta para expulsar os muçulmanos: Guerra da Reconquista.


Os “reis católicos”, Fernando de Aragão e Isabel de Castela  patrocinam o projeto do genovês  Cristóvão Colombo.


Conquistas da Espanha

1492: Cristóvão  Colombo descobre a América (Ilha  de Guanaani, atual San Salvador, nas Bahamas).

1519-1521: Fernão de Magalhães e Sebastião El Cano realizam a primeira viagem de circunavegação (volta ao mundo).

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Caros amigos,

Chegamos ao 4º bimestre.
Falta pouco tempo para o fim do ano letivo. Portanto, não perca a atenção e a concentração.

Bons estudos!

Geandre

PERÍODO POMBALINO




A colonização na América portuguesa:



Reformas pombalinas.
1ª metade do século XVIII: o contexto de crise da economia açucareira e a intensificação da exploração aurífera determinaram o expressivo aumento do intervencionismo estatal e da estrutura burocrática. As principais medidas foram:
  1709: criação da capitania real das Minas Gerais;
  implantação de uma ampla burocracia estatal na região aurífera (Intendente,força militar, casas de fundição,);
  redução do poder local; atribuições das câmaras.

  2ª metade do século XVIII: o início da crise da economia aurífera, a precariedade da economia metropolitana e o conturbado contexto político português marcado pelo Período Pombalino e o posterior restabelecimento do pleno absolutismo de Maria I, a “Viradeira”.
  - 1750-1777: Período Pombalino; experiência de “despotismo-esclarecido” caracterizou-se pela preservação em Portugal de um Estado Absolutista, portanto centralizador e intervencionista, mas que no entanto em adequação à época adotou  algumas medidas reformistas de caráter “liberalizante” em Portugal e fortalecimento do intervencionismo mercantilista nas colônias.

Principais medidas de Pombal:
  Reconstrução da cidade de Lisboa (1755);
  Ampliou a presença burguesa na alta burocracia estatal;
  Aboliu as diferenças entre cristãos-velhos e cristãos-novos.
  Incentivou o desenvolvimento da manufatura portuguesa debilitada em decorrência do tratado de Methuem (1703), adoção de medidas protecionistas, proibição da escravidão na metrópole, etc...
  Criação de escolas de comércio;
  Expulsão dos jesuítas de Portugal e colônias ...

 Principais medidas de Pombal para o Brasil:
  Criação de companhias portuguesas de comércio privilegiadas com monopólios;
  A transferência da capital da colônia para a cidade do Rio de Janeiro;
  Combateu o uso da “língua geral”;
  Abolição do Sistema de Capitanias Hereditárias;
  Criação do Distrito Diamantino;
  Ampliação do sistema tributário;
  Expulsão dos jesuítas de Portugal e colônias ...

  1777: Maria I; a decadência da economia aurífera e o agravamento da crise e dependência econômica  externa portuguesa explicam a adoção de algumas medidas ainda mais intervencionistas e opressoras como:
  1785- Alvará proibitório: proíbe a existência de manufaturas no Brasil colônia;
  aumento da burocracia, opressão, fiscalização e tributação; previsão da Derrama.
             Contexto da Inconfidência Mineira (1789) e da Conjuração Baiana (1798).




segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A economia mineradora do século XVIII




 Características da mineração:

Ò  ouro de aluvião – geralmente encontrado nas areias e barrancos de rios.
Ò  técnicas e equipamentos rudimentares.
Ò  pequeno investimento de capital – qualquer pessoa poderia se dedicar à extração de ouro.
Ò  depósitos auríferos se esgotavam rapidamente. Não havia a necessidade do uso de mão-de-obra numerosa.
Ò  a localização geográfica da zona mineradora exigiu estradas e meios de transporte que a ligassem ao litoral.
Ò  Quase todas as pessoas se dedicaram a mineração, abandonando outras atividades.
Ò  Falta de mercadorias nas minas. Os produtos tinham de ser adquiridos de outras regiões.




A administração das minas
O governo português viu no ouro a possibilidade de recuperar a economia lusitana.
          Montagem de um esquema administrativo para exercer o controle da região.
          1702 – Intendência das Minas – funções:
          Distribuir terras para a exploração do ouro; cobrar tributos; e fiscalizar o trabalho dos mineradores.
          Quinto (20%) – do ouro extraído. Era cobrado pela exploração das minas.
          Em pó ou pepitas o ouro circulava livremente, dificultando o controle e a cobrança de impostos.

          O governo português proibiu a circulação de ouro em pó.
          1725 – Casas de Fundição – onde o ouro era transformado em barras, descontando-se o imposto.
          1750 – rei exige uma arrecadação de impostos de 100 arrobas de ouro por ano.
          Derrama – obrigava a população mineradora a completar de qualquer maneira a soma acumulada do imposto devido.
          A exploração do ouro fez nascer uma sociedade heterogênea, composta de comerciantes, funcionários do rei, profissionais liberais e escravos.
          Na sociedade mineradora, a ascensão social era relativamente mais fácil do que no Nordeste açucareiro.

As consequências da Mineração
          Crescimento Demográfico: atraiu inúmeras pessoas para o interior do nosso território.
          Aumento na faixa de trabalhadores livres.
          Desenvolvimento, na área mineradora, de um mercado consumidor.
          Crescimento do mercado interno: comerciantes vendiam nas Minas, mercadorias vindas da metrópole ou de outras regiões da colônia.
          Ligação econômica entre as regiões da colônia – antes; áreas economicamente distintas.
          Portugal importava produtos manufaturados da Inglaterra, pagando-os com ouro. O acúmulo de ouro, possibilitou a Inglaterra grande disponibilidade de capital, financiando a Revolução Industrial.



sábado, 27 de julho de 2013

Caros amigos,

 
Acabou a mamata. Bem vindo ao segundo semestre!

Paz e Bem!

Geandre
 
P.S.: O resumão do 1º ano está no link no lado direito da tela.